HISTÓRIA DA CIDADE

História de Fátima

Desbravadores corajosos e ansiosos para cruzarem paisagens sem rotas e avançarem na caatinga inóspita rumo ao sertão da Bahia, deram origem ao município de Fátima, ainda em fase embrionária, bem como a maioria das cidades do nordeste da Bahia. Vale lembrar que a ocupação e povoamento, através das concessões de sesmarias como meio de distribuição de terras, da pecuária como meio de expansão para o interior e da utilização da produção de alimentos como garantia de auto abastecimento e fixação do homem à terra, muito contribuíram para a agregação de pessoas e a consequente formação de municípios.

As possessões da família do português Garcia d’Ávila, chamadas “Casa da Torre”, foram responsáveis pelo desbravamento da região semiárida baiana, inclusive, do território que resultaria, mais tarde, no município de Fátima. Com a exploração de rotas realizadas por vaqueiros desta família, por volta de 1710, o número de currais destinados à criação do gado foi aumentando.

As terras do Bom Conselho, atual município de Cícero Dantas, estavam na relação de bens da Casa da Torre que, ao todo, representava cerca de 340 léguas de terras às margens do Rio São Francisco e seus afluentes. Posteriormente, os herdeiros de Garcia D’Ávila venderam algumas terras que, com o passar dos anos, chegaram às mãos de Francisco Borges de Santana, comprador da Fazenda Laje; seu irmão Simão Borges, que se tornou proprietário da Fazenda Penhas; Ângelo José de Souza, o “Ângelo Lagoa”, que adquiriu a Fazenda Boa Vista; Antônio André, comprador de mais propriedades, e muitos outros fazendeiros, todos fatimenses natos. Graças ao percurso de boiadeiros, tropeiros e transeuntes surgiu a Estrada Real, que começava em Bom Conselho, passava pelo tanque do Sítio, localizado em Fátima, depois por Adustina, Paripiranga, terminando no Estado de Sergipe. Nessa época, muitas casas foram construídas para facilitar o percurso dos donos de tropas, que precisavam proteger seus familiares dos ataques de bandidos e, principalmente dos cangaceiros comandados por Lampião.

No início da década de 20, com o território bem mais ocupado, o fluxo de pessoas que transitavam pela Estrada Real era grande, já existindo alguns domicílios. Durante muito tempo, a casa de “Seu Né André”, que ficava na encruzilhada do tanque da Nação e próxima ao tanque do Sítio, serviu como ponto de hospedagem e descanso para os passageiros.

A antiga estrada ainda existe, mas com um cenário bem diferente: uma mistura de gente, carros, motos e cavalos em meio à paisagem. Onde outrora existia apenas mato, ruído de animais e ranchos improvisados para os tropeiros e caixeiros viajantes, está a Rua da Olaria. É o inicial de uma história. Uma interminável história

Esporte

O esporte em Fátima começou com a dedicação  do senhor Alvino que fundou o primeiro de time de futebol do lugar com jogadores ilustre como Rafael de Vila, Jonas de Salu e outros, o primeiro jogos foi realizado num campo de futebol que existia no largo da Piedade, o entusiasmo pelo futebol foi crescendo e muitos jogadores foram se destacando no decorrer dos tempos, foi no caso do grande jogador Ita que foi convidado para jogar até no Corinthians e nos melhores times da região, o futebol de Fátima ficou conhecido em toda a região com muitos jogadores se destacando como os filhos do Ita Ninho e Adailton.

 

Água da bomba

Em 04 de outubro de 1960, na festa do padroeiro da cidade de Fátima são Francisco de Assis, realizou em Fátima a inauguração do serviço de água construído pelo D.N.O.C.S.(Departamento Nacional de Obras Contra as Secas). Foi uma iniciativa da paroquial e o poder publica, para o abastecimento de água, pois as bombas manuais não estavam surtindo efeito. Daí então foi construído um tanque de cimento na praça da igreja, com capacidade de 21 metros cúbicos, quatro torneiras e uma casa de máquina. Como a iniciativa foi do Padre Renato Galvão, essa bomba teve e tem um destaque especial na vida das pessoas que usufruíram dela.

 

Vaqueiro e tropeiros

Os vaqueiros que moravam no território fatimense se tarjavam tipicamente, enfrentavam perigos só para cuidar do rebanho, na época o gado era solto na caatinga os vaqueiros em toavam bonitos aboios para conduzirem aboiadas, esse tipo de atividade era muito tradicional no município de Fátima Bahia.  Outro tipo de atividade era os tropeiros eles faziam as suas trajetórias conduzindo mercadorias em lombos dos seus animais, pois na época na havia transporte, eles iam para várias localidades como Irecê, Monte Santo, Feira de Santana para levarem diversas encomendas como feijão, farinha, café, cachaça rapadura e outros. Os tropeiros tiveram uma grande participação para o desenvolvimento da cidade de Fátima.

Costumes alimentares e bebidas

“Para cozinhar, utilizávamos o fogão à lenha e usavam panelas de barro, não existia tempero eles usavam o sal como não tinha geladeira a forma para a conservação era retalhar e colocar para secar. Outro costume muito interessante era o café, eles torravam o café e depois pisavam no pilão, na época do umbu eles faziam a tradicional umbuzada e comia com farinha e leite. Outros costumes muito ainda utilizados atem hoje e a tradicional buchada feita de bucho de carneiro e outros como mingaus de cachorro, mungunzá Godói mexerico manaue, fubá.  As bebidas típicas da nossa cidade eram a meladinha bebida servida nas casas das mulheres paridas.

Lampião na região de Fátima

A cidade de Fátima tem um fato muito interessante no período em que lampião fazia as suas andanças pelo sertão nordestino.  O mesmo passou na fazenda mundo novo fazendo as suas tramoias e assustando as pessoas que ali morava, ele também passou em outras localidades em nosso município.

O início da educação:

No povoado ferinha do moco sentiu a necessidade de se desenvolver na educação, com isso trouxeram a professora Diva  Dias que realizou um excelente trabalho em pro do desenvolvimento na educação, e durante a trajetória do município de Fátima várias outras professoras deram as suas contribuição para o  crescimento e desenvolvimento do povo fatimense, aos poucos foram surgindo as escolas no município, uma dessas escolas se chamava colégio municipal monsenhor Galvão,  mais quando Fátima se tornou-se independente passou a se chamar escola estadual nossa senhora de Fátima sendo uma referência para o progresso da comunidade

De Ângelo lagoa à emancipação, do barracão à independência

Numa região do sertão baiano, assolada pela seca constante, localizava-se a Fazenda a Vista, situada próximo ao município de Cícero Dantas e de propriedade do Senhor Ângelo José de Souza, apelidado de “Ângelo Lagoa”, comerciante de peles de animais e pai de muitos filhos. Nasceu na Jurubeba, fazenda do município que faz fronteira com Heliópolis. Sua mãe era Genoveva e o ensinou a ler e escrever. Quando adulto, fazia documentos de terras. Foi um pai exemplar e grande educador.

Sendo sua fazenda inteiramente distante de aglomerações, tudo era difícil. Além de correr o risco de encontros indesejáveis com Lampião, que na época rondava o Nordeste, Ângelo construiu uma casa nas proximidades da Serra do Mocó, em 1928. Em seguida, seu genro Tertuliano Vargens Campos suspendeu outra e fez uma bodega. Um dos seus filhos, João Sobrinho, construiu mais uma casa e o mesmo foi acontecendo com o restante da prole. O mais novo, Daltro Virgílio, ergueu também uma bonita residência ao estilo da época, instalando uma loja de tecidos. Daí então, vizinho, parente e amigos foram edificando mais residências e o lugarejo foi crescendo aos poucos.

Certo dia, Ângelo Lagoa selou seu cavalo e foi a Cícero Dantas falar com o amigo Chiquinho Vieira, político da época, para que o mesmo opinasse sobre a criação de uma feira na Serra do Mocó. A opinião foi afirmativa. Porém, Ângelo teria que reunir toda a vizinhança para obter o apoio de todos. Tudo ocorreu como deveria. A união foi firmada, e a primeira feira realizada embaixo de um pé de pau-ferro. Tertilo Ribeiro matou o primeiro boi, sendo Antão Virgílio o marchante. Em 10 de fevereiro de 1935, foi construído um barracão, inaugurado por Chiquinho Vieira e todos os moradores do Mocó. Na feira comercializavam-se cereais, carnes e doces confeccionados por Dona Ismênia e Bela de Moisés, enquanto “Jove da Laje” vendia sua “gasosa”, espécie de Q-suco, guardado, num barril de madeira, servida por meio de uma torneira e depositado em garrafa de guaraná.

Ângelo Lagoa também pensou na educação. De Esplanada, veio ensinar no Mocó a professora Diva Dias. Como o lugarejo chamava-se Feirinha do Mocó, os habitantes ficavam ofendidos com tal denominação. O nome foi mudado para Monte Alegre, devido à alegria daquele povo com o crescimento assustador do lugar.

Tempos mais tarde, o nome foi novamente mudado para Monte Alverne, por iniciativa do Monsenhor Renato Galvão, a fim de homenagear São Francisco de Assis, bem como o escritor Francisco de Monte Alverne. Passaram-se os anos e, da primeira casa construída em 1928, veio à consagração de vila em 1960. Vila de Fátima foi resultado da luta de João Maria de Oliveira, enquanto vereador de Cícero Dantas. Com muita astúcia, ele buscou forças políticas, argumentou e contrariou poderosos locais, até, conseguir seu grande objetivo. Devido à boa localização, terras férteis e cidadãos firmes e determinados não demoraram muito para que Vila de Fátima alcançasse um crescimento populacional significativo e, através do decreto de primeiro de abril de 1985, foi reconhecida oficialmente como o mais novo município baiano, passando a chamar-se Fátima.

O domínio de Cícero Dantas

Fátima havia nascido de Cícero Dantas, porém, seu povo tinha ânsia de progredir e zelar por seu próprio destino desde o início. No lugarejo, Cícero Dantas exerceu influência desde a época de Chiquinho Vieira aos tempos de Luiz Fernando de Andrade, quando, em 01 de abril de 1985, finalmente ocorreu o desmembramento entre os municípios.

Na gestão de João Pereira, em 1952, foi construída a primeira Escola Estadual. Abelardo Vieira também trabalhou na construção de escolas, nomeou professores, instalou a bomba, abriu estradas e edificou, no início dos anos 60, o açougue municipal que deu origem à Avenida Nossa Senhora de Fátima. O comercio, até então situado à praça do barracão, foi removido para “Rua Nova”, como era chamada. Abelardo Vieira trouxe também a energia elétrica de Paulo Afonso, em 1971, e, a partir daí os fatimenses passaram a ter uma vida mais confortável.

Em seguida, Antônio Hélio Vieira foi outro a investir na educação, pois além de construir escolas na zona rural, trouxe um anexo do Colégio Municipal Monsenhor Galvão, criando o curso de 5ª à 8ª séries. Inaugurou o matadouro, pois o curral da matança havia sido extinto, em fase da criação de Rua Nova e ao fato de a sede da vila continuar crescendo de maneira progressiva. Foi graças a Antônio Hélio que Fátima ganhou seu primeiro Posto de Saúde.

Luiz Fernando de Andrade também desenvolveu um bom trabalho em Fátima na educação e na comunicação, instalando um posto telefônico e, mesmo com todas essas obras, o povo fatimense queria muito mais. Crescia a rivalidade e o sentimento político. Nascia o desejo de independência e municipalidade. Com a meta alcançada, o pequeno povoado estaria pronto para expansão habitacional e economia, o que de fato ocorreu.

João Maria: o eterno líder

Em 22 de abril de 1922, nasceu João Maria de Oliveira, filho de Ludgero Bispo de Oliveira e Maria Jovita de Oliveira. Por consequência da seca e das dificuldades da época, seus pais viajaram em 1923, para a Fazenda Pico, no município de santa na qual seu pai trabalhou como vaqueiro. Sua mãe, ao dar á luz mais uma criança, faleceu de “resguardo quebrado”, deixando João Maria com apenas um ano e dez meses de idade. Com dificuldade de criar os filhos em terras distantes, seu pai retornou para o seio da família e deixou o pequeno João com uma senhora de nome conceição Pinto, vizinha daquela que, mais tarde, ficaria conhecida em todo o país como “Maria Bonita”.

Aos 14 anos, João Maria retornou à casa paterna. Trabalhou pesado, de sol a sol, inverno a inverno, e, e já com dezessete anos, resolveu partir para Salvador. Na capital trabalhou como verdureiro, carregando verdura para o mercado das Sete Portas e, até então, não sabia ler ou escrever. Não assinava nem o próprio nome. Em junho de 1942, ingressou na escola militar e foi lá onde aprendeu a ler escrever e contar. Segundo relata, aprendeu até a conjugar os verbos regulares e irregulares desafiando os professores de então. A Escola Militar e a escola da vida ensinaram este nobre cidadão a liderar um povo, e este povo consequentemente seria seu próprio conterrâneos.

Entrou na política e ficou adido ao Exército na Segunda Guerra Mundial, guarnecendo os aviões Catarinos que patrulharam os mares para evitar bombardeios na costa brasileiras.

Adoeceu de impaludismo agudo, originando uma fraqueza geral. A doença afetou os dois pulmões e culminou numa tuberculose, muito difícil de ser curada na época. Foi desenganado pelos médicos e, para seu descontentamento, em 1947 foi afastado da polícia para tratamento de saúde. Ficou aguardando reforma, a qual foi concedida em 1955.

Com o afastamento da vida militar, em 1947, retornou a terra natal: a pequena e querida povoação de Monte Alverne. Com o propósito de cuidar da saúde, acabou ingressando na política. Em 1948, em Cruz das Almas, na Bahia, casou-se com Dona Maria de Lourdes Branco de Oliveira, “Dona Ludi”.

Em 1954, o destino de Antas foi desmembrado de Cícero Dantas e João Maria começou a lutar para que o povoado de Monte Alverne fosse distrito de Cícero Dantas, ocupando o lugar de Antas. Foi eleito vereador de 1958 a 1960 e, no decorrer destes anos, o povoado de Monte Alverne recebeu a categoria de vila.

Em 1960, criou um cartório em vila de Fátima e sua esposa foi nomeada como tabeliã e escrivã de paz, através de concurso público. Dois anos depois, em 1962, João Maria foi candidato pela segunda vez e novamente eleito. Fortalecido politicamente, já tinha como principal meta a emancipação política de Vila de Fátima, criando raízes e dando asas á liberdade. Alimentou no coração de seu povo um forte sentimento nativista e o desejo irresistível da independência.

Com a resolução de 31 de março de 1964, veio o poder dos militares e foi extinto o direito de criação de novas cidades. Este fato entristeceu muito João Maria de Oliveira, mas ele não desistiu da luta. Despojou-se de tudo e entregou-se a esta nobre causa cada vez mais. Tornou-se forte e era simplesmente “João Maria”: sem dinheiro, sem casa nem moradia, de calçada em calçada e com cigarro grosseiro no bico, liderava, crescia e formava grupos. Amigos fiel, sabia ser acolhedor mesmo no momento de fúria, quando, logo em seguida, demonstrava carinho e, ao mesmo tempo, autoridade.

Nas eleições de 1970, foi novamente candidato a vereador e mais uma vez eleito. Em 1972, candidatou-se a prefeitura de Cícero Dantas, derrotado pelos “Vieira”, líderes políticos da época que, além do receio em ver Fátima tornou-se independente, enxergavam em João Maria um perigoso adversário, motivos pelos quais o perseguiam politicamente.

Ano de 1985. Renasce o direito de criação de novas cidades e João Maria vai à luta. Vem o plebiscito, no qual o povo disse “sim” a Fátima e fez jus à labuta deste grande guerreiro. Em 01 de abril de 1985, Fátima tornou se um município, desmembrando-se de Cícero Dantas passando a caminhar com os próprios pés.

Emancipação política com João Maria de Oliveira

A emancipação política da cidade de Fátima foi resultado da luta de João Maria de Oliveira, enquanto vereador de Cícero Dantas. Com muita astúcia, ele buscou forças políticas, argumentou e contrariou poderosos locais, até, conseguir seu grande objetivo. Devido à boa localização, terras férteis e cidadãos firmes e determinados não demoraram muito para que Vila de Fátima alcançasse um crescimento populacional significativo e, através do decreto de primeiro de abril de 1985, foi reconhecida oficialmente como o mais novo município baiano, passando a chamar-se Fátima, desmembrada de Cícero Dantas Bahia João Maria foi o primeiro prefeito da Nova cidade.

NOMES DOS PREFEITOS QUE JÁ ADMINISTRARÃO A CIDEDE DE FÁTIMA:

JOÃO MARIA DE OLIVEIRA

OSVALDO RIBEIRO

EDUARDO PIRES

MANOEL MESSIAS VIEIRA (SORRIA)

IDELFONSO (NEGO)

FLORIVAL

MANOEL MESSIAS VIEIRA (SORRIA) ATUAL

ATUALIDADE:

Hoje, a cidade tipicamente agrícola, apresenta resquícios de quando o lugarejo ainda era uma pequena feira, porém com mudanças visíveis e progressivas com relação ao pouco tempo de emancipação política. As características de seu povo, quase previsíveis se comparadas com as dos demais sertanejos, apresentam peculiaridades: hospitalidade, otimismo estampado no rosto e um jeito próprio de plantar são traços marcantes do cidadão fatimense.

Área 356,278 km² [2]
População 17 652 hab. IBGE/2010[3]
Densidade 49,55 hab./km²
Altitude 100 m
Clima Não disponível
Fuso horário UTC−3

NOMES DAS COMUNIDADES E POVOADOS :

Alto dos Nunes, Araçás, Aldeia, Bananeira, Belém de Fátima, Bomfim, Cantos, Capim Duro, Caruarú, Formigueiro, Gitirana,Jurema,Lagoa Dourada, Laje da Boa Vista, Mata Escura, Monte Negro,Mundo Novo, Raso Pintado, Panelas, Pau de Colher,Paus Preto, Pedrinhas, Queimada Grande, Quirinos, São Paulo Velho, Serra Velha, Serradinha 01, Serradinha 02, Sujoa, Tabua, Vaca Brava,Angico,Carneira,Varjão,ainda tem mais.

CALENDÁRIOS DE EVENTOS

1º de abril festa do aniversário da cidade organizada pela prefeitura municipal de Fátima na praça de eventos, com o dia inteiro de festa como varias competições esportivas, shows e entregas de prêmios e homenagens.

Dia 24 de junho Festa junina na praça de eventos com varias atrações locais e outros.

Em setembro tem a festa mais tradicional  feijão fest , pessoas de todo o canto vem prestigiar a nossa festa que se apresentam em palco fixo a praça enfeitada sensibilizando a economia do nosso município e desfile de blocos com animações de trios e bandas famosas. Em dezembro na praça de evento tem a virada de ano com grandes queima de fogos e show na praça de evento.Texto extraido do livro: Fátima, Nossa Terra,Nossa Gente.Autora Edna Borges.

 

30 comments

  • maria nilza

    BOA TARDE PARABENS PELO BLOG

  • Boa noite paraben pelo blog adorei.
    Elisclei

  • lindo.de.Izaac

    Parabens pela festa que estava linda aus moradores de Fatima. Tenho muito orgulho da minha cidade um enorme abraços ha todos fatimense bjs para familia de Izaac

  • Alisson

    parabens pela historia linda; moro em sao paulo mas atraves ler me sentir em FATIMA MUITO OBRIGADO.

  • Rivellino Matos

    João é interessante o seu trabalho, pois mostra parte de nossa história e nos ajuda a continuar lutando por uma Fátima melhor;Fátima tem um povo acolhedor e que ver o futuro com bons olhos.Graças a Deus temos uma administração de 1ª categoria representada pelo prefeito Nego dando inveja a outros municipos vizinhos,Fátima hoje é orgulho para todos que aquir residem.Parabéns

  • Venham conhecer Fátima. Fátima é a melhor cidade do Brasil!
    Um forte abraço a Batista criador do Site e ao nosso maravilhoso Prefeito Nego.
    O melhor Prefeito que Fátima já viu. É, também com um Vice desse (Vice-prefeito Lorival do Caminhão). Rsrsrsrsrs. Valeu Fátima…

  • Edson Abade

    Que cidade maravilhosa…Conheço muita gente boa da região… forte abraço aos conterrâneos

  • Genildo da Silva dos Reis

    Sou de Feira de Santana,filho de um fatimense de 88 anos ele se orgulha de ter visto sua cidade nascer,ele confima os relatos mas mim disse que a primeira feira nao foi realizada embaixo de um pe de pau ferro e sim de um pe de umbuzeiro,mais isso nao importa,ele tem tres filhas ai ,Maria,Valdenoura e Julha,esposa de Tota,no povoado de Mundo Novo.Estive ai em 2010,amei esta cidade pretendo voltar em abril,2012,um abraço a todos.

  • Fátima é minha cidade de origem, estou aqui em São Paulo neste momento muito triste, por não ser possivel ir ao sepultamento do meu pai. mas com a vontade de Deus ainda valtarei para morar em minha cidade. portanto fiquei muito filiz com o pragresso da minha cidade. Parabéns Nego pela administração junto a todos fatimense.

  • Josefa Telma Silva Andrade

    Quero parabenizar ao nosso querido prefeito NEGO,pelo trabalho e dedicação com que está administrando Fátima,gostei do aspecto da organização e principalmente de ouvir os elogios de todos, continue assim, mostre que você realmente é um filho legitimo, que sente orgulho e prazer de cuidar deste patrimônio, que é seu e de todo Fatimense que se presa!!!E para todo Fatimense…Aquele ABRAÇOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!

  • Josefa Telma Silva Andrade

    Eu amei ver a história da minha querida cidade e poder relembrar o que eu cresci ouvindo,inclusive morando na mesma praça onde foi fundado a cidade entrando e saindo das casas citadas,cresci comendo as delicias de Dona Esmenia,e as melhores broas de tapioca que Dona Bela de Moises fazia.Ah! Que saudades! Que emoção ver o meu passado estampado nesta página,esta é a minha cidade!Parabéns!

  • parabéns batista gostei muito do blog e da história do expressinho.

  • Edicarlos Vieira de Oliveira

    Parabens Batista com esse seu site achei muito interessante você merece sempre foi esse cara diferenciada

    Um Abraço.

  • Neguinho

    parabens mais uma vez, Batista.
    E para você prefeito Nego, parabens pelo trabalho que vem realizando em nossa Cidade.Eque Deus ilumine você e sua familia.
    São B. Campo SP

  • fatima é uma cidade maravilhosa principalmente no mes de setembro porque acontece uma das melhores festas da regiao eu amo morar nessa cidade porque é uma cidade calma, pacifica e bem acolhedora. valeu batista.

  • Elma

    Parabéns adorei essa idéia, temos q valorizar mais nossa terra e esse sait é perfeito valeu Professor Batista continue assim.

  • QUE LEGAL OBRIGADA BATISTA AMEI VÊ MEU NOME ESCRITO NA HISTÓRIA DE MINHA CIDADE AMEI

  • EU ENVIEI EMAIL PRA O PORTAL DANET EM CICERO-DANTAS E PRA HELIOPOLIS ELUGIANDO VC BATISTI SUA INICIATIVA POIS É O MELHOR BLOG DAS CIDADES VIZINHAS OBRIGADA POR ESTAR SEMPRE POSTANDO AS NOVIDADES DE FATIMA OBRIGADA MESMO E DESEJO BOA SORTE AO PREFEITO NEGO E AO VICE LOURIVAL

  • Dayane Sylva Fátima-Ba

    Parabéns prefeito Nego p/ fazer evolução
    em Fátima.
    Espero q vc faça muuuuito +.

  • Gutembergue

    Não estar lá não siguinifica estar longe, todo fatimense mesmo distantes, tem no coração um sentido de pertencimento e permanência, não é o tamanho, ou quantidade de habitantes, poderia ser o clima, mas na verdade é o estado de sempre acreditar que dá para ser feliz, a simplicidade e ao mesmo tempo contradições, riquezas e diferenças, o que importa é que seja aonde estiver, venha de onde vier, um orgulho dá para falar, é que eu, você e quem mais quiser pode dizer “eu sou Fatimense”!
    Uma homenagem a todo povo fatimense que tem sacrificado a vontade de permanecer na cidade, para ir em busca de algo melhor.

    Gutembergue Nascimento…

  • legal essa iniciativa…Batista…
    agora que eu moro fora de fátima,da pra saber como anda minha querida cidade….
    vlw,,,parabéns

  • Marcos Alves

    A gora tenho mutivos para ver a minha cidade mesmo de tão longe e conhecer a maravilhosa história da minha cidade Fátima, parabéns para quem criou esse maravilhoso blog.

  • Jose Rodrigo Santana Silveira

    Parabéns Professor! gostei desse blog, pelo menos ficarei sempre informado sobre a nossa cidade! vlw pela iniciativa! Que Deus continue te abençoando e a toda sua família! Parabéns também ao nosso atual Prefeito Nego que está realizando um excelente trabalho na sua gestão, enfim, Parabéns Fatimenses!!!!!!

  • João Vieira Neto

    Parabéns Batista, por criar uma ferramenta com tantas riquesas nos detalhes e na divulgação das notícias e do nosso desenvolvimento em seu blog município.

    Abraço!

  • keké

    muito bom gostei muito da história da cidade de fátima,espero q creça cada vez mais

  • QUE LEGAL AGORA TENHO MOTIVOS PRA LIGAR O PC DESCUBRIR ESSE BLOG MARAVILHOSO VC É 100000000000

  • Jose Idelfonso

    Batista você esta de parabéns com seu blog, estávamos precisando para divulgar as notícias e evolução do nosso Municipio.
    Grande abraço.
    Nego

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *