ELETRÔNICAS

 O blog sofatima.net, abriu esta página com objetivo de informa alguns detalhes sobre aparelho de som , tvs , dvds e outros. Sabemos que a tecnologia esta sempre avançando neste mercado, e muitas dúvidas .Por isso, em nossa cidade já existem eletrônicas que pode resolver qualquer problema do seu aparelho de som , tv e outros .e a ELETRÔNICA DO CLODO , que fica na praça da Feira na cidade de Fátima- Bahia.para você confirir melhor a sua eletronica , é ir na  página do comércio no blog que tem uma subpágina com o nome da eletrônica(casa das antenas e eletrônica do Clodo) e você irá ver tudo que ela oferece.

APARELHO DE SOM

Muitos aparelhos de som, principalmentes potências e receivers são danificados por falta de observação nos procedimentos de ligações de alto-falantes, caixas de som em suas saídas, nas conexões padrões e nas fiações.Nesta página vamos ensinar aos nossos clientes como ligar um equipamento de som de maneira correta, dentro dos padrões técnicos desde a fonte de sinal, ou seja, um microfone ou qualquer outro instrumento, conectando-se na mesa de mixagem fazendo os devidos ajustes, entrando no pré-amplificador ou no equalizador, também com os devidos ajustes, chegando ao amplificador de potência e depois nas caixas de som observando as ligaçõess adequadas para compatibilizar o casamento de sinais da saída da potência de acordo com o número de caixas e a impedância dos alto-falantes.Ensinaremos a ligar os alto-falantes de acordo com as vias de sinais de áudio correspondentes aos sons graves, médios, agudos, woofer e surround, falaremos sobre a localização de cada caixa de som. Vamos dar o significado de temos técnicos como potência, frequência, impedância e muito mais.Não adianta você ter em casa um som de alta fidelidade como um “home theater” conectado a um dvd se você não sabe utilizar todos os recursos de som que este aparelho pode te oferecer.Com nossas orientações, qualquer pessoa, até uma criança saberá¡ fazer todas as ligações de um equipamento de som de alta-fidelidade usufruindo de todos os recursos de qualidade e fidelidade sem danificar o aparelho.

Seqüência do sinal de áudio:

*Verificar os cabeamentos específicos para cada tipo de sinal. Conectores e jacks também específicos para cada tipo de sinal. Existem padrões a serem observados.

*Verifique a compatibilidade em níveis de sinais e impedâncias de saídas e entradas.

*Observar o ambiente acústico, posição e localização das caixas de som.

APARELHOS:

MICROFONE: É um transdutor responsável por captar a onda sonora e a transformá-la em sinais elétricos.

Mesa de som ou consoles: Mixagens dos sinais de entradas, ganhos, controle de graves, médios e agudos, pré-amplificação, processadores de efeitos, endereçamento dos sinais para as devidas saídas.Equalizadores gráficos e paramétricos: Acertam a reposta das caixas e eventualmente reduzem as freqüências que estejam sobrando na conjuntura captação, projeção e acústica do ambiente. Tipo de equalização: peaking, shelving, semi-paramétricos e paramétricos.

CROSSOVER: Não existe um alto-falante capaz de reproduzir adequadamente toda a faixa audível de sinal ( 20hz a 20khz ), especialmente em nível de pressão sonora. Como as exigências de projeto dos transdutores ( alto-falantes ) de altas ( tweeter ), médias (driver ) e baixas freqüências ( woofers ) são conflitantes, costuma-se dividir a faixa de áudio em duas ou mais partes e usar transdutores otimizados para cada uma delas. Por outro lado, o envio de sinais fora da faixa adequada a um alto-falante só irá produzir calor e distorção, aumentando a possibilidade de danos ao mesmo.Caberá ao crossover (divisor de freqüência ) a separação dos sinais a serem enviados a cada alto-falante. Portanto, crossover ou divisor de freqüência são filtros elétricos que separam os sinais a serem enviados a cada transdutor em função de sua freqüência: grave, médio, agudo.Podem ser passivos ou ativos. Os passivos recebem sinal de um amplificador com ampla faixa e a dividem dentro da própria caixa acústica. Os ativos fazem o mesmo trabalho, porém no sinal de áudio que será entregue a amplificadores para os diversos canais (amplificadores para cada faixa de freqüência): grave, médio, agudo.

COMPRESSOR: Comprime os picos sonoros evitando que sejam amplificados. Muitos amplificadores queimam devido a um pico rápido de sinal além da sua capacidade. O compressor é ajustado para comprimir, cortar estes picos de sinais.

LIMITADOR: O limitador pode ser usado para proteger caixas acústicas dos estalos e “tiros” dos cabos. O limitador é um compressor que, de tanto comprimir acaba limitando.

EXPANSOR: Pegar sinais muito baixos e aumentá-los para dentro de um nível pré-estabelecido.

GATE: É um equipamento destinado a deixar ou não passar o sinal de áudio, ou seja, é uma porta. Esta porta se abre ou não para deixar o sinal passar ou não. É utilizado para cortar ruídos de fundo ou mesmo diminuir o tempo de ressonância de um instrumento.

PROCESSADOR DE ÁUDIO DIGITAL: Aparelho que substitui o compressor, expansor, gate, limitador.

GERENCIADOR DE ALTO-FALANTES (DIGITAL): Substitui o crossover e possuem várias outras funções.

PROCESSADOR DE EFEITOS (DIGITAL): Quando falamos em processadores dinâmicos tratamos de equipamentos que tratam o sinal de áudio. Já os processadores de efeito alteram o sinal de áudio para criar uma nova sonoridade que pode ser utilizada só ou adicionada ao sinal principal. Podemos ter, por exemplo, o sinal de uma voz processado por um reverberador e adicionado ao sinal direto, sem efeito, desta voz novamente. Tudo depende do objetivo a ser alcançado quando se utiliza um processador de efeitos. Os processadores podem ser analógicos ou digitais.

CONSOLES DIGITAL: Substitui diversos aparelhos, possui maior número de recursos para sonorização ao vivo e gravação, memória para diversas cenas, poder de processamento, transferência de arquivos a longa distância, automação.

AMPLIFICADORES: A reprodução sonora por meio de caixas acústicas, em grandes ambientes, exige maior potência e é aí que entra os amplificadores, que recebem sinais de outros equipamentos tais como consoles de mixagem, equalizadores, crossover, etc, e os transforma em sinal de alta potência para estimular os alto-falantes das caixas acústicas.

AMPLIFICADORES DSP (DIGITAL SIGNAL PROCESSOR):Com todas as ferramentas necessárias para alinhamento de caixas acústicas, equalizadores paramétricos, filtros para corte de freqüências, ajuste de delay, inversão de polaridade e limiter, controlados por software.

CAIXAS ACÚSTICAS: O alto-falante serve para transformar um sinal elétrico em pressão sonora. Ele é chamado de transdutor ou conversor. Um transdutor é um dispositivo que converte um tipo de energia em outro. O alto-falante converte energia elétrica em energia mecânica que depois é convertida em energia sonora. Logo, a função do alto-falante é transmitir uma mensagem, transformando um sinal elétrico em som. Compõe também as caixas acústicas: Tweeter (reproduzir os sons agudos), Driver com cornetas (reproduzir os sons médios), Woofers (reproduzir sons graves).A eletrônica digital está revolucionando também aparelhos e sistemas de som. Automação, armazenamentos de dados, controles computadorizados e vários outros recursos digitais no controle do sinal de áudio. A cada ano são lançados novos equipamentos digitais substituindo os analógicos.Um único aparelho digital consegue substituir vários analógicos e assim deixando de lado aquele enorme e pesado rack.O técnico de som deverá estar permanentemente acompanhando estas evoluções para estar sempre atualizado no mercado de áudio.

DVDS :Colocados lado a lado fica difícil, à  primeira vista, distinguir um cd de áudio de um dvd. externamente, de fato, são muito parecidos. entretanto, quase vinte anos de avanços tecnológicos os separam. tempo suficiente para que a otimização do armazenamento de informações fosse capaz de concentrar de sete a 26 vezes mais dados do que num cd comum. ou seja, enquanto um cd de áudio comporta 650 megabytes, um dvd básico, com apenas uma única camada ocupada em um dos lados, acumula 4,7 gigabytes. traduzindo essa grandeza em termos de vídeo, é capacidade suficiente para veicular um longa-metragem com mais de duas horas de duração. e mais, com todos os atributos de qualidade mais modernos, como imagem de alta resolução e som dolby digital. como o dvd pode ainda ser gravado em ambos os lados, e ainda possuir duas camadas, seu conteúdo alcança a marca dos 17 gigabytes, o equivalente a mais de 8 horas de vídeo. para tornar esse aproveitamento possível, os pesquisadores trabalham basicamente em duas frentes. estreitaram as distâncias entre trilhas que compõem cada camada e reduziram ainda mais o tamanho dos microscópicos orifícios, lidos agora por lasers cada vez mais precisos. além desses ganhos, melhoraram também os sistemas de codificação, de correção de erros e modulação. a maneira de organizar os dados no disco ganhou ainda alta eficiência, possibilitanto, inclusive, que o dvd seja compatível com o cd-rom.

A imagem perfeita: No dvd-vídeo, você vai perceber claramente a diferença entre o mundo analógico e o mundo digital. a imagem na tela é cristalina e absolutamente perfeita, com uma resolução de mais de 500 linhas com 700 pixels, ou seja, aproximadamente duas vezes mais que a resolução das fitas de vhs.Com a utilização da mais moderna tecnologia digital de imagem, mpeg-2, e um avançado processador digital, todos os detalhes originais são reproduzidos com exatidão, fazendo com que você se senta envolvido por todas as emoções de cada cena. é a mesma emoção de uma sala de cinema.

Capacidade de memória do dvd:

face única: 1 camada – 4,7 gigabytes. 2 camadas – 8,5 gigabytes.

dupla face: 1 camada – 9,4 gigabytes. 2 camadas – 17 gigabytes.

Alguns recursos do dvd:

Formatos de tela :A relação 16:9, fiel ao cinema e standard da futura tecnologia hdtv, pode ser codificada em dvd juntamente com o padrão 4:3. A opção por um e outro requer apenas seleção no menu.

Dublagem e legendagem: Dublagem em até 8 idiomas e legendagem em, nada mais, nada menos, do que 32 idiomas.

Multi-angle: Desde que o título que está sendo assistido tenha sido gravado com esse recurso, a tecnologia dvd possibilita assistir uma cena de ação, por diversos ângulos diferentes. Bloqueia o acesso, se necessário, a programas considerados inadequados a determinadas faixas de idade, através de senha. imagem congelada com nitidez absoluta, câmara lenta, avanço e retrocesso em 3 velocidades, acesso imediato a qualquer setor da programação. No filme em dvd, além do filme propriamente dito, há no dvd diversas outras informações como entrevistas com os atores, documentários e curiosidades.

Som do dvd : Som digital da mais alta tecnologia. o som puro e perfeito para um realismo que você só escutou no cinema. Utilizando uma avançada tecnologia, o dvd coloca à  sua disposição cinco canais de som e mais um canal especialmente separado para reproduzir as baixas frequências. Esta é a configuração que permite a utilização de até seis caixas de som no seu cinema em casa, todas com os canais independentes: duas caixas frontais à  esquerda e à  direita ( som estéreo ), uma caixa frontal central ( som mono, ex.; voz ), duas caixas surround atrás – uma à  esquerda e outra à  direita ( som de fundo ), uma caixa para subwoofer ( reforço de grave, ex. som de uma explosão ). O dvd, porém, também é compatível com todas as tecnologias de leitura de som que existem: analógicas e digitais. Os cds de áudio normais também poderão ser ouvidos sem problemas e com excelente qualidade no aparelho de dvd.

O que acompanha um DVD ? Para aproveitar ao máximo de todos os recursos de imagem do dvd será necessário um televisor com recursos tecnológicos mais avançados. Para aproveitar ao máximo de todos os recursos de som do dvd será necessário receiver amplificador especial compatível com os sinais de saída do dvd e com o conjunto de caixas acústicas.

TELEVISÃO

Quando começa a TV Digital? No dia 2/12/2007, a televisão brasileira deu o primeiro passo para uma nova era: a das Transmissões Terrestres Digitais na grande São Paulo, que passou a receber as primeiras imagens de TV Digital no Brasil (Ver Obs. 1). A Fig. 1 mostra essa data em uma tela plana 16:9 e com barras coloridas (Color Bars) que é um sinal de teste muito usado pela engenharia de TV. Quem está preparado para essa revolução tecnológica? O que precisa ser feito para usufruir dessa nova mídia que vai alterar a rotina de todos? Economicamente, socialmente, cientificamente, politicamente, tecnologicamente, comercialmente e qualquer outro advérbio terminado em “MENTE” será afetado por essa nova forma de VER TV. A TV analógica persiste desde as experiências com o disco de Nipkov (Ver Obs. 2), considerado por muitos como o inventor da TV; a única novidade foi a introdução das cores, na década de 1950 nos EUA; no Brasil elas chegaram em 1972, no dia 19 de fevereiro com a transmissão da FESTA DA UVA diretamente de Caxias do Sul; eram somente 500 televisores coloridos recebendo a transmissão

O que é a TV analógica Tecnicamente falando, e de maneira simplificada, podemos dizer que a TV analógica forma a imagem e o som de modo contínuo. Por isso vemos hoje imagens com contornos borrados (principalmente nas partes coloridas), chuviscos provocados por interferências (secadores de cabelo, liquidificadores, motores de carros / motos de modelos mais antigos com ignição convencional, são exemplos bem conhecidos de todos), fantasmas, ruídos, distorções na cor da pele das pessoas, dificuldade para ler textos e números pequenos e, além de tudo, ouvir um som pobre, que às vezes até vem em estéreo. Mas quando falamos em TV analógica estamos nos referindo somente à transmissão, porque nos estúdios, praticamente todas as Emissoras já usam o formato digital. O telespectador é passivo (não interage com a mídia) e para assisti-la é necessário estar dentro de uma sala na hora que o programa vai começar.

O que muda com a TV Digital? A TV Digital transforma cada minúsculo elemento da cena e do som em um número binário formado somente por zeros (0) e uns(1); é a mesma linguagem tecnológica dos computadores. E o que ela trás de diferencial para o telespectador? O primeiro grande impacto é a ALTA DEFINIÇÃO (Ver Obs. 3), que aparece na mídia com as siglas HD (High Definition – Alta Definição) ou HDTV (High Definition Television – Televisão de Alta Definição) em inglês. Alta Definição significa ver mais detalhes na imagem (como nos cinemas, por exemplo). A introdução da HDTV será gradual, (mas as transmissões já vão iniciar no formato digital com resolução comum conhecida como SD de Standard Definition). O telespectador vai sentir a diferença, porque as distorções da TV analógica já citadas desaparecerão, ou seja, teremos uma imagem limpa e ainda um som com qualidade dos atuais CDs. Ouvir som Surround 5.1 – É um som com 6 caixas acústicas, realce dos graves, conhecido na mídia como som de Home Theater. Esse som somente será usado com HDTV. Tela no formato 16:9. Esse número é a relação entre Largura e Altura da tela; às vezes é chamada de “tela de cinema” ou “tela larga”. Esse formato permite ver mais áreas das cenas do que a TV tradicional analógica, cuja relação é 4:3 (tela quase quadrada). Essa característica, em coberturas esportivas, nos trás a sensação de estarmos assistindo o evento no local onde ele acontece. Os analistas técnicos terão de ter mais cuidados nos seus comentários, porque estaremos com mais informações na tela (Ver Obs. 4). Mobilidade e Portabilidade são características que vão acabar com a angústia de chegar rapidinho em casa para não perder “Aquele Programa”. O nosso sistema de TV Digital permite que os programas possam ser vistos dentro de ônibus, carros, barcos, aviões, Lap tops, em celulares com os telespectadores em movimento, nos desk tops dos escritórios, ou até com receptores de bolso. Multiprogramação – É uma alternativa para a Alta Definição, que permite ver programas diferentes no mesmo canal, ou ver o mesmo programa com vários ângulos/posições diferentes (muito bom para esportes em geral). Poderá reduzir conflitos em casa: Um vê Novela, Outro vê Notícias, o Terceiro vê Esportes e o Quarto vê Desenhos. Esse recurso é configurável e a Emissora poderá diminuir o número de canais aumentando a resolução; por exemplo, dois programas com resolução maior que o SD, mas menor que o HD. Para usar esse recurso, precisa ter um aparelho para cada programa, até porque o Áudio vem embutido no vídeo do programaInteratividade permite fazer compras pela TV sem ter que usar telefone, votar em pesquisas, consultar o guia de programação das emissoras e outros serviços que vão aparecer à medida que a TV Digital for se consolidando em todo país

O que preciso fazer para assistir a TV Digital?Essa resposta vai depender dos desejos e das facilidades técnicas que cada um tem hoje no seu endereço residencial/profissional. As primeiras transmissões digitais, na cidade de São Paulo, serão feitas na faixa de UHF. Logo, aA primeira providência é verificar se nos seus endereços é possível receber imagem de TV em UHF (Ultra High Frequency – Freqüência ultra-alta), usando ANTENA INTERNA. Elas são pequenas e diferentes das normalmente vistas em instalações de Antenas Coletivas. A Fig.2 mostra uma só como referência. Se não for possível, será necessário instalar uma ANTENA EXTERNA de UHF. Existem muitos modelos. A Fig.3 mostra um entre vários disponíveis. Se você mora em condomínio, é importante consultar um profissional da área, uma vez que é essencial que o sistema de antena coletiva esteja em boas condições de captar, processar e distribuir os canais de UHF. Resolvido o problema da antena de UHF, é preciso conhecer outro produto chamado de conversor digital (Set-top-box, Caixinha conversora etc); a indústria criará outros nomes para ele, mais fortes em termos de marketing. Para que serve esse dispositivo? Basicamente ele executa três funções: 1 – Converte a TV Digital em TV analógica para os atuais televisores analógicos ou as telas de LCD e Plasma já à venda. A indústria já colocou no mercado televisores de LCD e plasma com conversor digital embutido. 2- Permite Interatividade. 3 – Permite funções adicionais como, por exemplo, usar um disco rígido chamado PVR (Personal Vídeo Recorder – Ele substitui os atuais Videocassete, mas com qualidade digital) para gravar programas. ATENÇÃO: comercializar programas gravados diretamente DO AR continua sendo crime. A indústria oferecerá vários tipos de conversores digitaisoxs, desde o mais simples (popularmente chamado de zapper – nome originado do jogo Nintendo. CUIDADO! Verifique se ele permite receber HDTV), que só atende ao item 1 acima, até o mais sofisticado que atende a todos os três. Veja na Fig.4 um conversor digital.

Pontos Importantes ao adquirir a TV Digital :O dia 02/12/2007 representa um marco na história das telecomunicações em geral, da radiodifusão em especial e um divisor de águas para a TV Aberta. Nesta data o Brasil entrou definitivamente na era da TV Digital, Livre Aberta e Gratuita. Não é uma simples troca de tecnologia; trata-se de uma nova mídia à disposição do mercado. O modelo de negócio da TV Analógica, baseado na mídia de entretenimento, esgotou-se e deu lugar a um novo modelo, que mantém a característica de entretenimento, mas incorpora uma componente de negócios, on line e em tempo real. É como se as Agências estivessem na palma da mão dos empreendedores, 24 horas por dia, 365 dias por ai .Mas para usufruir dessas vantagens temos que assistir os programas em uma tela e ouvir os sons (é bom lembrar que poderemos ter até 6 caixas acústicas para compor um som envolvente) na/s caixa/s acústica/s. A finalidade desse texto é dar algumas dicas para o futuro telespectador tomar a decisão certa na hora de escolher o seu novo Televisor dentro da melhor relação Custo/Benefício para cada um.

1 – Onde o televisor vai ser instalado? Parece uma pergunta óbvia, mas não é. Os atuais Televisores de tubo têm tela de, no máximo, 29 polegadas (da ordem de 47 cm de profundidade, formato de tela 4:3, Largura de 59cm e Altura de 44cm). Esses aparelhos representam uma dor de cabeça para arquitetos e decoradores comporem algum ambiente, esteticamente harmonioso, com eles (2).Para ver u’a imagem de Alta Definição verdadeira (1920 pixels na horizontal e 1080 pixels/linhas na vertical) o televisor precisa ter, no mínimo, 42 polegadas (da ordem de 1.07m) de diagonal. Isso equivale a uma Largura de 93cm e Altura de 52cm, porque a Largura/Altura é 16/9.
CUIDADO! As dimensões reais do aparelho são maiores que as da tela, precisam ser consideradas na definição do espaço e variam com o fabricante/modelo.

2 – A que distância devo estar da tela? Essa pergunta não vai ter uma resposta exata porque ela depende das características do olho de quem está assistindo, mas o Módulo Técnico do Fórum estudou o assunto e conclui o seguinte: se Z é o tamanho da Diagonal do televisor em polegadas e D a distância de observação da imagem em metros, são validas as seguintes fórmulas:

  1. Para televisores 16:9 → D = 0.038 x Z e para televisores 4:3 → D = 0.1067 x Z. Para o Televisor de 42 polegadas citado D = 0.038×42 = 1.57 metros.
  2. Para os atuais televisores de 29 polegadas D = 0.1067×29 = 3 metros.

Como nem todos podem ficar perpendiculares ao centro da tela precisa ser considerado o Ângulo de visão do televisor. Quanto maior esse ângulo, maior a possibilidade de posicionamento lateral para assistir televisão sem a perda de qualidade. Sendo assim, é necessário que antes de adquirir um   televisor, o consumidor avalie o ambiente onde será instalado de forma a garantir que o posicionamento dos telespectadores atenda ao ângulo de visão proporcionado pelo televisor. Isso deve ser verificado no local da compra.
O que precisa ficar bem claro é que esses dados são de referência, mas servem para uma aproximação inicial. Cada um deve escolher a melhor distância para que seu olho não fique cansado, no meio do programa. Uma dica boa é a seguinte: Não se pode ver os pixels da tela (se isso acontecer está muito perto) e nem ter dificuldades para perceber detalhes finos, como letras pequenas, por exemplo (se isso acontecer está muito longe). Se as crianças estão ficando muito perto da tela é bom levá-las ao oculista; pode ser miopia.
Com essas informações já é possível fazer um esboço do Layout onde o televisor pode ficar.

3 – Como ajusto Brilho, Contraste, Saturação (Colour ou Color) e Cores (Tint, Hue, Matiz) ?

Todos os televisores têm esses 4 controles. Brilho é a luminosidade da tela; Contraste é a distância entre os níveis de branco e preto; Saturação é o ajuste para colocar as cores mais berrantes, brilhantes (é o “Vermelho cheguei”, por exemplo); Cores é o ajuste que vai colocar a imagem mais azulada ou mais avermelhada. Esses parâmetros são muito subjetivos e devem ser ajustados, somente uma vez, na presença de todos os usuários. Para iniciar é bom deixar todos eles na posição central, mas quanto maior o brilho de um televisor, maior será a quantidade de luz emitida e melhor será a qualidade da imagem, principalmente em ambientes com maior iluminação. Uma boa dica para o Contraste é colocar a Saturação em zero (sem cores) e escolher o melhor valor sem que a imagem fique ruidosa (chuviscos finos). Saturação em excesso introduz ruído nas cores e deve ser evitado. Matiz é melhor deixar no meio.

4 – Como vou usar a Interatividade?Esse recurso é, sem dúvida, uma das principais atrações da TV Digital, livre, aberta e gratuita; mas para ser implementada exige recursos pesados das Emissoras que já investiram muito para colocar os programas No Ar, sem acréscimo de receitas. Mas antes de falarmos no serviço vamos defini-lo de acordo com a teoria das Comunicações. Interatividade é uma comunicação bidirecional, on line, em tempo real, entre dois agentes, onde um deles é um Banco de Dados.Claro que o pessoal de Marketing criou, a partir da definição teórica, vários tipos de interatividade hoje qualquer DVD que se compra é interativo,  (do tipo Local) porque tem dados auxiliares em relação ao conteúdo principal (filmes são os melhores exemplos). As Emissoras vão também implantar vários tipos de Interatividade (ex: Interatividade Local, Intermitente e Plena),  paulatinamente, de acordo com a realidade do mercado. Mas, o que precisa fazer o telespectador? Ele necessita combinar três recursos: Televisor, Conversor Digital (também conhecido como Caixinha conversora e Set-top Box, em inglês) e Meio de Conexão com a Emissora. O coração da Interatividade é o software GINGA (Middleware) desenvolvido pela PUC-Rio e Universidade Federal da Paraíba, que precisa estar instalado no Televisor ou no Conversor Digital. Uma novidade que vem junto com a Interatividade é o controlo remoto e as teclas coloridas, chamadas de “Teclas Interativas”( veja ilustração acima ). Elas são responsáveis por  facilitar a vida do telespectador, que passa a usar as teclas coloridas ( vermelho,verde ,amarelo e azul) para executar comandos específicos  e assim interagir com as informações enviadas pelas emissoras. Surgem várias opções, mas uma interessante é o PVR (Personal Vídeo Recorder – Ex Vídeo Cassete)  que permite gravar um programa enquanto assiste outro. Uma boa aplicação para ele seria em esportes. Se a Emissora transmite um futebol, e usa o recurso da Multiprogramação, posso usá-lo para gravar os gols, enquanto assisto ao jogo normalmente; depois edito de acordo com o resultado. O Meio de Conexão com a Emissora também tem várias alternativas. Escrever um texto para descrevê-las ficaria cansativo.Então o Fórum preparou um Formulário que servirá de guia para orientar o usuário no ato da compra; ele está no final do texto. O formulário fala em Conversores Digitais, mas vale também para os Televisores, até porque existe a opção do Televisor ter o Conversor integrado dentro dele. Sugerimos imprimir esse formulário (talvez umas 3 vias), estudá-lo (se tiver dúvidas em algum termo, esclareça com alguém de confiança, ou passe e-mail pata o Fórum ?????) e levá-lo para a loja no dia da compra.

5 – Como vou usar o meu acervo?

Esse é um ponto importante na escolha do Televisor, porque vai dizer se posso ver as fotos da minha câmara digital, um  DVD especial etc. São as Conexões de Vídeo no item 4 do Formulário.

6 – E para o som? Quais os cuidados? O Áudio sempre foi um complicador para a TV, mas em algumas situações ele é mais importante que o Vídeo. Um exemplo dessa situação seria para as pessoas que seguem novelas normalmente. Se em algum capítulo intermediário o Vídeo sumir da tela, mas o Áudio continuar, o/a telespectador/a vai entender normalmente o conteúdo, mas o inverso não se aplica. No caso da TV Digital tem um complicador para as pessoas que já possuem sistemas de Home Theaters instalados; os formatos de áudio são incompatíveis para o som Surround, ou 5.1 (para estéreo eles são compatíveis), mas a nossa indústria já resolveu o problema com um conversor. Verifiquem as Conexões de Áudio do Formulário citado no item 4 acima.

  • LCD e Plasma já são bem conhecidos de todos e estão à venda no nosso mercado. Escolher um ou outro, praticamente não faz diferença em termos de características técnicas. O importante é ver os recursos que ele incorpora. O formulário logo abaixo é um excelente guia para tomada de decisão. Como beleza é um termo subjetivo, é bom que todas as pessoas do endereço opinem na escolha. OLED (Organic Light- Emitting  Diode/Device) é uma nova tecnologia de displays que ainda não existe no Brasil, mas já pode ser encontrada no exterior com tamanhos de até 14 polegadas; ela já está nos celulares e rádios de automóveis. As reticências são para ilustrar as rápidas mudanças tecnológicas da nossa era. Já existem protótipos de displays  com nanotecnologia; é como se cada pixel fosse um televisor de tubo, ou CRT. Telas flexíveis que permitem ser enroladas para transporte também já são protótipos.
  • Por influência dos países tecnologicamente mais adiantados, especificamos os televisores pelo tamanho da sua diagonal medida em polegadas. Uma polegada vale 2,54 c Fonte: www.dtv.org.br

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *